Consumidor se assusta após abrir caixa de suco comprada em supermercado em São Gonçalo

A caixa continha um material esponjoso e mal cheiroso misturado ao suco

Na última terça-feira (30), um consumidor da cidade de Niterói teve uma péssima surpresa ao abrir uma caixa de suco da marca Ades. O produto em questão, do sabor uva, apresentava cheiro e textura diferentes do normal. Ao analisar mais cuidadosamente, o consumidor em questão notou a presença de um material viscoso na embalagem.

Esse não foi o primeiro caso do tipo. Ainda no último sábado (26), Felipe Rodrigues adquiriu o mesmo produto em uma unidade da rede de supermercados Carrefour, localizada em São Gonçalo. De acordo com o relato de Felipe, nada de estranho foi percebido até que a embalagem fosse aberta. Nessa ocasião, ele pretendia dar o suco para seu filho de cinco anos levar para a escola.

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Felipe ainda relatou que tem o hábito de comprar sempre o mesmo produto para seu filho e separa-lo em garrafas. Porém, ao abrir a embalagem comprada no sábado, ele sentiu um cheiro forte e jogou o produto na pia. Ao fazer isso, o consumidor percebeu que havia algo dentro.

A partir dessa percepção, Felipe Rodrigues decidiu filmar a caixa sendo aberta com uma tesoura. Antes, entretanto, ele ainda mostrou o prazo de validade do suco, que deveria vencer somente no dia 27 de janeiro de 2020. Posteriormente, um material esponjoso foi retirado da embalagem.

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De acordo com Felipe, encontrar esse tipo de coisa em um produto que é consumido por seu filho lhe dá a sensação de insegurança, uma vez que em um descuido o garoto poderia ter consumido um produto desse tipo, gerando consequências negativas.

Posicionamento da empresa

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A Coca-Cola Brasil, empresa responsável pela fabricação do suco Ades, destacou em uma nota que procura seguir recomendações rígidas em todo o processo de fabricação dos seus produtos. Além disso, a empresa ainda destacou que o material encontrado por ambos os consumidores está associado ao desenvolvimento do bolor, o que ocorre após o processo de distribuição do produto em questão.

Ainda de acordo com a nota da Coca-Cola, o bolor pode surgir no produto em decorrência de alguma falha no transporte, no armazenamento do produto ou até mesmo no manuseio.

A empresa ainda destacou que o impacto, por exemplo, pode causar danos à embalagem, fazendo com que microrganismos e oxigênio consigam penetrar em seu interior, causando bolores. Dessa forma, a responsabilidade pelo ocorrido está nas mãos do supermercado responsável por realizar a venda e não da Coca-Cola.

No que se refere ao Carrefour, responsável por vender o produto em questão a Felipe Rodrigues, é possível destacar que a rede afirmou que o produto foi armazenado de acordo com os padrões de qualidade recomendados, que seria em um estoque seco. Além disso, transporte aconteceu por meio de um caminhão e em temperatura ambiente.

Dessa forma, por meio de uma nota, o Carrefour destacou que procure sempre presar por uma oferta de bons produtos aos seus clientes. Portanto, a empresa realiza troca de produtos constantemente para os consumidores e está sempre notificando os fabricantes quando situações similares acontecem, de forma a evitar a repetição.

 

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Escrito por Redator News Hero

Sou especialista em notícias da TV, fofocas de famosos e acontecimentos em geral. Também escrevo sobre acontecimentos no meio político.