Drag queens lêem histórias para crianças nos EUA e incentivam a troca de gênero

A Drag Queen Story Hour (Hora da História com Drag Queen) foi anunciada nos Estado Unidos como um evento que seria capaz de capturar imensamente a imaginação e a brincadeira da infância além das crianças glamorosos modelos, positivos e diversificados.

A iniciativa possui um porte nacional e o projeto está sendo apresentado mais de 20 vezes por todo o país. A Biblioteca Pública de Boston permitiu há um ano atrás que as drag queens que se vestem como freiras católicas, denominadas Irmãs da Indulgência Perpétua, passassem a ler histórias para as crianças do país.

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Naquela ocasião o professor de Princeton, Robert P. George, conversou com o canal CBN News que era muito perigoso usar o estado maior para promover ideais que desafiam os conhecimentos básicos a respeito do gênero. Em sua opinião trata-se de uma mera mensagem de poder e que o grupo chamado de Irmãs da Indulgência Perpétua apenas afirma que possuem o poder para adentrarem o domínio público.

Robert declarou que um grupo sustentado financeiramente pelo estado não pode se dizer uma instituição privada e caso desejem impor um catecismo através de uma nova religião, precisam observar outros fatores. O professor afirmou que as irmãs criaram uma nova religião, uma de libertinagem.

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É possível um super-herói de drag queen

Em uma das histórias contadas, um homem vestido de drag Queen encorajou as crianças a se tornarem transformistas, igualmente ele. Uma das crianças revelou o desejo de se tornar um herói quando crescesse, um sonho comum na infância, porém, o drag queen disse que ela poderia também ser um herói e drag queen, ao mesmo tempo.

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Elizabeth Johnston, conhecida por todos como a famosa ‘mamãe ativista’, ganhou destaque após classificar essa ideologia de gênero como uma pura ‘insanidade de gênero’. Em suas páginas nas redes sociais ela disse que atualmente é possível ver mães e filhas que farão a troca de sexo juntas, homens utilizando perucas e entrando em vestiários masculinos.

Uma insanidade pura definindo  Elizabeth, ainda lembrou das drag que lêem histórias para as crianças na biblioteca e questionou onde estão os shows de marionetes e o dia do artesanato nas bibliotecas.

Se relacionar com uma pessoa que não é cristão pode dar certo?

Já se perguntou se der início a um relacionamento com uma pessoa que não é da mesma fé que você pode dar certo não já? Bom, outras perguntas como se essa é realmente a vontade de Deus já deve ter passado por sua cabeça, não? Hoje vamos trazer a resposta e um pastor chamado Nelson Júnior, do movimento Eu Escolhi Esperar.

Nelson foi curto e objetivo, antes de qualquer coisa a resposta é “não”. O pastor logo coloca fim em um tabu existente dizendo que não existe essa história de namoro evangelístico, isso porque ele alega que o namoro não é uma estratégia para poder trazer mais pessoas para Jesus, isso se trata apenas de uma desculpa inventar por sua própria alma para poder quebrar um dos princípios da gloriosa palavra de Deus.

E você, o que pensa sobre esse assunto?

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Escrito por Larissa Silva

Amo praia, natureza e escrever. Publicitária e redatora em portais online. Contato: [email protected]